"Não somos senhores do futuro. Nunca", disse o cineasta Manoel de Oliveira, 100, no 59º Festival de Berlim, que programou para ontem a entrega a ele da Câmera de Ouro, tributo a todos os filmes que o português realizou, antes da exibição do mais recente deles, "Singularidades de uma Rapariga Loura".
10.fev.2009/Jens Kalaene/Efe |
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Diretor português Manoel de Oliveira com prêmio pela carreira no Festival de Berlim |
A trama, originalmente situada no século 19 pelo escritor Eça de Queiroz, foi trazida aos dias de hoje na adaptação que Oliveira fez deste conto sobre a decepção de um jovem apaixonado. A frustração de Macário (Ricardo Trêpa) com Luísa (Catarina Wallenstein) não é de ordem romântica. Desponta quando a moça revela uma "singularidade" de seu caráter.
Leia mais (11/02/2009 - 09h21)