A ampliação do Conselho de Segurança da ONU (organização das Nações Unidas), antiga reivindicação do governo brasileiro, só depende dos EUA, disse neste domingo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Basta os EUA dizerem que querem", afirmou o presidente, que concluiu ontem viagem à Arábia Saudita, de onde partiu para a China. Leia a reportagem completa na edição de hoje da Folha
(íntegra disponível para assinantes UOL e Folha
). Lula disse que outros membros permanentes do Conselho, como França e Reino Unido, apoiam a reforma do principal órgão de decisões da ONU. Questionado pela Folha
se China e Rússia, os outros dois membros permanentes do órgão, também respaldavam o projeto, o chanceler Celso Amorim evitou uma resposta categórica. "Estamos avançando", disse Amorim. Procurado ontem para comentar a declaração de Lula, o Departamento de Estado americano afirmou que não tinha resposta oficial a oferecer. A campanha do Brasil por uma vaga permanente em um Conselho de Segurança ampliado marcou a diplomacia brasileira no primeiro mandato do governo Lula. Aliado a Japão, Alemanha e Índia, o Brasil ajudou a criar o chamado G4, que defendia uma reforma para tornar o órgão representativo da realidade atual, e não a do mundo do pós-guerra. Leia mais (18/05/2009 - 08h54)